Ontem vi um filme que me deixou pensando o dia todo. Engraçado que o contexto é totalmente fora da realidade, no entanto, não deixou de ser interessante. Uma vez postei aqui um pequeno texto do Charles Chaplin (quer ver? clique aqui) que fala sobre como deveria ser a linha do tempo da vida. Deveríamos nascer velhinhos e morrer prazerosamente numa sensação de orgasmo. E é mais ou menos isso que acontece no filme. O cara nasce com uma aparência monstruosa e usufruindo de todas as doenças possíveis que são comuns aos idosos mais decadentes. Aos sete anos de idade, ele parece ter uns 102 anos. E, à medida que ele 'envelhece', ele vai adquirindo uma aparência cada vez mais jovem, e com o passar do tempo se transforma em um homem maravilhoso, representado humildemente por Brad Pitt. Rejuvenesce mais um pouco, e mais e mais, até perder os sentidos e se transformar em um bebê de colo, quando neste momento, acaba morrendo nos braços da única mulher por quem havia verdadeiramente se apaixonado durante toda a sua vida. É uma história fantástica. E é o que ilustra o referido texto do Charles Chaplin, com o qual eu havia concordado antes de ver este filme. Depois que vi, fiquei pensando que o melhor é nós envelhecermos como temos que envelhecer mesmo... seria tudo muito estranho se fosse ao contrário!
Já ia me esquecendo... o nome do filme é "O curioso caso de Benjamin Button".
Belo filme. Aquele texto do Chaplin é muito bom também. São formas diferentes de se ver a vida.
ResponderExcluir